O município de Poços de Caldas como centralizador da atividade cafeeira da região da caldeira vulcânica
A cafeicultura em Poços de Caldas é tradicional e rica em características históricas, geográficas, culturais e socioeconômicas. Mesmo municípios vizinhos produzindo mais sacas que Poços, a cidade mantém uma liderança socioeconômica perante a cadeia produtiva do café na caldeira vulcânica. Cabe destacar, que a força da Cooxupé é difusa por todo o Sul de Minas nos quesitos armazenagem, beneficiamento e comércio de café. Entretanto a centralidade de Poços de Caldas é histórica. Os elementos que formam essa centralidade, do passado e presente, são:
A cafeicultura em Poços de Caldas é realizada ao norte do território municipal, atrás da Serra São Domingos. Essa área possui a leste, nordeste do centro de Poços de Caldas, as fazendas tradicionais (Barreiro, Lambari, Santo Aleixo, Santa Lina, Recreio) que desde 1880 produzem cafés vindos da onda paulista. O lado leste, noroeste do centro de Poços de Caldas, iniciou o plantio do café a partir da década de 1950. A cafeicultura sempre dividiu a evidência econômica com outras atividades no município. As águas termais, seja pra terapia ou lazer, desde o início do povoamento até hoje, sempre foi protagonista, a bacia leiteira, com a Leiteria Poços de Caldas (inventou o requeijão), foi uma atividade de grande monta, o período dos cassinos, a formação de uma aglomeração industrial e a mineração fizeram a cafeicultura ser um coadjuvante de luxo no Município.
Outras hipóteses são que a cafeicultura está "nas costas" do território, assim não participando do imaginário cotidiano dos moradores e, por último, como já mencionado, a produção poço-caldense é menor que os município vizinhos.
Entretanto, as potencialidades para a valorização de cafés especiais e seu comércio estão reativando a importância de Poços de Caldas na cadeia produtiva do café.
- Ramal da Estrada de Ferro Mogiana desde 1886, inaugurada por D. Pedro II. A ferrovia foi responsável e da centralidade de logística a comercialização de café regional, além de potencializar a produção cafeeira.
- Maior população no Sul de Minas
- Presença de Serviços financeiros, administrativos públicos e privados
- Presença da cooperativa Café Poços, desde 1959. Tradicionalmente a cooperativa armazenava, beneficiava e comercializa um excelente qualidade de cafés
- Presença de torrefadoras e armazéns privados.
- Meio ambiente propício para a produção de café: Altitude e temperaturas equilibradas
- Cidade com atrativos turísticos, os quais atraíam atenção regional
- Atualmente, exportadoras de café convencional e especial
- Associação dos Cafés Vulcânicos, empreendimento que almeja a Indicação de origem dos cafés da caldeira vulcânica.
A cafeicultura em Poços de Caldas é realizada ao norte do território municipal, atrás da Serra São Domingos. Essa área possui a leste, nordeste do centro de Poços de Caldas, as fazendas tradicionais (Barreiro, Lambari, Santo Aleixo, Santa Lina, Recreio) que desde 1880 produzem cafés vindos da onda paulista. O lado leste, noroeste do centro de Poços de Caldas, iniciou o plantio do café a partir da década de 1950. A cafeicultura sempre dividiu a evidência econômica com outras atividades no município. As águas termais, seja pra terapia ou lazer, desde o início do povoamento até hoje, sempre foi protagonista, a bacia leiteira, com a Leiteria Poços de Caldas (inventou o requeijão), foi uma atividade de grande monta, o período dos cassinos, a formação de uma aglomeração industrial e a mineração fizeram a cafeicultura ser um coadjuvante de luxo no Município.
Outras hipóteses são que a cafeicultura está "nas costas" do território, assim não participando do imaginário cotidiano dos moradores e, por último, como já mencionado, a produção poço-caldense é menor que os município vizinhos.
Entretanto, as potencialidades para a valorização de cafés especiais e seu comércio estão reativando a importância de Poços de Caldas na cadeia produtiva do café.
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